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ID no. of Person BITAGAP bioid 1651
Name Fernão Rodrigues de Calheiros (Floruit 1201 - 1252)
Fernán Rodriguez de Calheiros
Fernando Rodrigues de Calheiros
Sex M
Milestones Floruit 1201 - 1252
Floruit 1170 - 1220 (Souto Cabo (2011))
Author of texid 4756 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Agora oí duma dona falar [T/LP 47,1]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 4757 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Agora vem o meu amigo [T/LP 47,2]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 4953 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Assanhei-me eu muito a meu amigo [T/LP 47,3]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 4960 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Assaz entendedes vós minha senhor [T/LP 47,4]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5663 Fernão Rodrigues de Calheiros, “De-lo dia em que eu amei [T/LP 47,5]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5688 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Dês quando me mandastes minha senhor [T/LP 47,6]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5716 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Direi-vos agora amigo [T/LP 47,7]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5722 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Disse-me a mim meu amigo [T/LP 47,8]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5818 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Duma donzela ensanhada [T/LP 47,9]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 4703 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Estava meu amigo atendendo e chegou [T/LP 47,10]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 4445 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Já me eu quisera leixar de trovar [T/LP 47,11]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5504 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Madre passou por aqui um cavaleiro [T/LP 47,12]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5609 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Mim fez meter meu coração [T/LP 47,13]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5633 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Muito per-há já grão sazão [T/LP 47,14]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5431 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Não há homem que me entenda [T/LP 47,15]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5465 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Não vos façam crer senhor [T/LP 47,16]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5316 Fernão Rodrigues de Calheiros, “O grande amor que eu cuidei prender [T/LP 47,18]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5315 Fernão Rodrigues de Calheiros, “O grão cuidado e o afão sobejo [T/LP 47,17]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5370 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Ora faz a mim minha senhor [T/LP 47,19]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5384 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Ora tenho eu que hei razão [T/LP 47,20]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5166 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Perdido hei madre cuido eu meu amigo [T/LP 47,23]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5200 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Pero que minha senhor não quer [T/LP 47,24]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5141 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Por Deus senhor mui mal me per-matou [T/LP 47,21]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5143 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Por Deus senhor ora tenho eu guisado [T/LP 47,22]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5291 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Porque vos hei eu minha senhor [T/LP 47,31]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 4996 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Quando me agora mandou minha senhor [T/LP 47,25]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5028 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Que cousimento ora fez minha senhor [T/LP 47,26]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5032 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Que farei agora amigo [T/LP 47,27]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5041 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Que mal matei os meus olhos e mim [T/LP 47,28]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 5094 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Quero-vos eu dizer senhor [T/LP 47,29]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 4539 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Senhor Deus que coita que hei [T/LP 47,30]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 4387 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Vedes formosa minha senhor [T/LP 47,31]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
texid 4418 Fernão Rodrigues de Calheiros, “Vistes o cavaleiro que dizia [T/LP 47,32]”, escrito/a 1201 ? - 1225 ?
References (most recent first) Cohen (2016), “aaBBB: A forma estrófica da cantiga 7 de Fernan Rodriguez de Calheiros”, Revista Galega de Filoloxia 17:33-51
Souto Cabo (2011), “A emergência da lírica galego-portuguesa e os primeiros trovadores”, A Trabe de Ouro 87:381-82
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Souto Cabo ([2010]), O eco das primeiras vozes
Record Status Created 1989-08-13
Updated 2017-01-05